27 de junho de 2014

Multidão de mais de 20 mil pessoas comparece à convenção do PT

A euforia tomou conta do PT, que realizou nesta sexta-feira (27) a convenção da legenda na Bahia para sacramentar a chapa do partido. O governador Jaques Wagner esperava em torno de seis mil presentes e, de acordo com informações do partido, o evento chegou a receber cerca de 20 mil pessoas, superando todas as expectativas. Além de Lula e da presidente Dilma, falaram o governador Wagner e os candidatos Rui Costa, Otto Alencar e João Leão.


Antes da convenção, o ex-presidente Lula se reuniu no Hotel Stella Maris onde estava hospedado, com algo em torno de duas centenas de prefeitos interioranos que participaram, posteriormente, da convenção. Durante o evento, foram tomadas assinaturas dos presentes para que venha ser apresentada uma proposta de origem popular ao Congresso Nacional para determinar que haja uma modificação no sistema político brasileiro, através de uma reforma política que, até aqui, os congressistas não tiveram interesse de fazê-la.


Ao discursar, Rui Costa relembrou a infância no bairro da Liberdade, em Salvador, e o estímulo da família para que estudasse para sair da pobreza antes de se tornar deputado federal. Em seguida, começou a reclamar daqueles “que nunca gostaram de gente pobre, que nunca acreditaram nos mais carentes”.

A presidente Dilma disse que a população deve exaltar a administração petista, desde o ingresso no poder do seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. "Nós vamos ter como rebater a mentira e a desinformação nessa eleição. Nós fizemos muitas coisas e temos que nos orgulhar desse país e não nos envergonhar, como querem alguns. Assim como não temos nada que nos envergonhar da Copa do Mundo, a Copa das copas, não temos porque nos envergonhar desses 11 anos, porque fizemos muito", afirmou. “Eles se esquecem o que era o desemprego em 2002? Se esquecem que no tempo deles não aparecia corrupção nos jornais? Que eles jogavam embaixo do tapete e nós tiramos o tapete. Podem juntar todos eles, para saber se criaram 50% dos instrumentos de fiscalização que nós criamos neste país. Só há um jeito de a pessoa não ser presa nesse país: é não roubar. Se roubar, vai ser pego. Pode ser parente ou aderente. Tem que ser punido porque político não foi eleito para roubar”, completou o ex-presidente Lula. (Com informações do Bahia Notícias)