25 de novembro de 2013

Seminário em Bonfim debateu avanços da educação profissional no estado

Senhor do Bonfim sediou, na última sexta-feira (22) a quinta edição do Seminário Interterritorial da Educação Profissional. O evento foi realizado das 9h às 18h, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães e contou com a presença de Antônio Américo Bionde - Superintendente de Educação Profissional do Estado da Bahia; deputado estadual Carlos Brasileiro; Raimundo Nonato (Bôbô) – Superintendente da Sudesb; Helder Luiz – Diretor da Direc 28; Aldaci Requião – Diretora da Direc 16 (Jacobina); Gerlucia de Honorato Rodrigues - Diretora da Direc 15 (Juazeiro); José Bites de Carvalho – Reitor eleito da Uneb; Carla Liane, Vice-reitora eleita da Uneb, e Eline Sobreira - secretária municipal de educação, entre outras autoridades.
O objetivo da atividade foi apresentar os avanços quantitativos e qualitativos alcançados após cinco anos da implantação da Educação Profissional como política pública prioritária de Estado, cuja oferta já contempla mais 64 mil estudantes, em 123 municípios de todos os 27 Territórios de Identidade. O seminário abrangeu os Territórios de Identidade do Piemonte da Diamantina, Sertão do São Francisco e Piemonte Norte do Itapicuru, que, entre 2007 e 2013, tiveram um crescimento de 556% no número de matrículas. Nos dias atuais, os territórios contam com 5.695 matriculados, em 28 cursos técnicos de nível médio e em quatro cursos de qualificação profissional, em 12 municípios.

Em seu discurso o deputado estadual Carlos Brasileiro o investimento feito pelo Governo estadual na educação profissional, além de citar avanços na Bahia nas gestões do ex-presidente Lula e com a atual presidenta Dilma. “Eu me sinto honrado em fazer parte do governo de Jaques Wagner, governo esse que permite o livre arbítrio. O nosso governador investiu pesado na educação profissional e hoje podemos colher os frutos. Lembro-me que durante a gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, homem culto, poliglota, este não investiu em universidades federais e praticamente acabou com os cursos técnicos no pais. Precisou um presidente operário e sem curso superior mudar todo esse panorama e agora com a presidenta Dilma os investimentos foram ampliados e muitos jovens que viviam a margem da pobreza podem fazer um curso profissionalizante e ter uma profissão que lhe permita sustentar sua família, “disse.

A partir de discussões em grupos de trabalho, os diferentes grupos presentes, discutiram demandas futuras de cursos profissionais e áreas de atuação. Na pauta, também, foram abordados temas como o acesso, permanência e conclusão dos estudantes para que tenham maiores oportunidades de emprego, trabalho e renda, em seus locais de origem.

O seminário reuniu representantes da sociedade civil - coordenação dos três Territórios de Identidade, representantes dos poderes executivo e Legislativo, representantes dos setores educacionais que atuam na Educação Profissional - Centros Estaduais e Territoriais de Educação Profissional, unidades de ensino médio da rede estadual de ensino entre outros.