8 de outubro de 2013

Bancários baianos rejeitaram proposta e greve continua

Em nova assembleia realizada na noite de ontem (07), em Salvador, os bancários rejeitaram a proposta dos patrões e afirmaram que o movimento só "cresce" no estado. Os trabalhadores estão em greve há 19 dias na Bahia. O presidente do sindicato da categoria, Euclides Fagundes, afirmou que “os bancos podem oferecer muito mais" do que os 7,1% da proposta. 


A categoria quer reajuste salarial de 11,93% (5% de aumento real além da inflação), Participação nos Lucros e Resultado (PLR) de três salários mais R$ 5.553,15 e piso de R$ 2.860. Pede, ainda, fim de metas abusivas e de assédio moral que, segundo a confederação, adoece os bancários. 

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) é de reajuste de 7,1% (inflação do período pelo INPC) sobre salários, pisos e todas as verbas salariais (auxílio-refeição, cesta-alimentação, auxílio-creche/babá etc). A greve atinge 49,2% das agências, considerando 21.500 agências no país.