30 de julho de 2013

Bonfim fica mesmo de fora do Programa Mais Médicos

Secretário Washington
 O Programa Mais Médicos, do Governo Federal, registrou a adesão de 317 municípios na Bahia, nesta primeira etapa. Senhor do Bonfim ficou de fora. Mesmo o Ministério da Saúde identificando 264 municípios baianos como prioritários, o número de cadastrados a receber médicos foi bem maior. Entre as cidades que aderiram ao programa estão Juazeiro, Jacobina, Alagoinhas, Feira de Santana, Itabuna, Santo Antônio de Jesus e até Salvador. Na região, as prefeituras de Andorinha, Antônio Gonçalves, Filadélfia, Itiúba, Jaguarari, Pindobaçu e Ponto Novo também se cadastraram.



Em nota à imprensa, o secretário municipal de Saúde, Washington Sobreira, informou que a Prefeitura considerou precipitada qualquer adesão antes de esclarecidas dúvidas com o Ministério da Saúde, o que não teria acontecido por completo até 25 de julho, último dia do prazo para cadastramento. Considerou inviável a cláusula apontada no programa que coloca como obrigação do Município o custeio com moradia, deslocamento e alimentação dos médicos. Citou ainda que não houve esclarecimento sobre a possível adesão de outras unidades de saúde.

O secretário também afirmou na nota que não faltam médicos nos postos de saúde no município, que conta com 12 equipes do Saúde na Família, estando desassistido apenas no distrito de Quicé, já que a médica da unidade requisitou transferência. Washington Sobreira não descartou a possibilidade de adesão em uma segunda etapa: "O Município aguarda ansioso pela conclusão da primeira etapa do projeto, prevista para o início de setembro para uma nova avaliação que nos permita optar por uma adesão ao programa", citou.

Os profissionais que atuarão no programa receberão salário de R$ 10 mil, pago pelo Ministério da Saúde, além de ajuda de custo, e farão especialização em atenção básica durante os três anos do programa. Os municípios que aderiram ainda terão acesso a recursos do ministério para construção, reforma e ampliação das unidades básicas. A prioridade nas vagas será de médicos brasileiros, e somente as que não forem preenchidas serão oferecidas aos estrangeiros.



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