10 de abril de 2013

Presidente do DEM em Bonfim faz duras críticas ao governo Correia

O advogado e jornalista Josemar Santana, presidente municipal do DEM - partido que fez parte da coligação e tem como integrante o vice-prefeito, Renato Almeida -, fez duras críticas ao Governo Correia, que completou 100 dias. Segundo ele, a atual administração municipal não podia estar causando tamanha decepção aos mais de 18 mil votos que lhe foram dados nas últimas eleições. Ainda de acordo com o presidente do DEM, a gestão não revela vocação para liderança política e muito menos aptidão para administrar.

Para Josemar Santana, o Governo Correia "engana" e não "mostra perspectivas de mudar realidades tão simples e antigas". Ele disse que a atual administração não expôs planos e muito menos metas de governo, porque eles são inexistentes. Além disso, não age com transparência no trato da coisa pública, inclusive com anúncios de licitações suspeitas. Por fim, detonou o chefe de Gabinete, Ricardo Aquino, ao indicar que ele estaria mandando em todo o Governo.


Eis abaixo parte de nota enviada por Josemar à imprensa:


100 DIAS DE “UMA NOVA REALIDADE”


SEM recuperar a iluminação pública, tanto nos bairros periféricos, como na Praça Nova;
SEM realizar a Limpeza Pública nos padrões mínimos de eficiência, apesar do preço exorbitante;
SEM oferecer à população um serviço de saúde elementar, básico (chegou a faltar até seringas);
SEM pintar sequer um metro de meio-fio;
SEM recuperar as dezenas de ruas esburacadas;
SEM promover faxinaços nos bairros da cidade;
SEM expor planos e muito menos metas de governo, porque inexistentes;
SEM evitar o inchaço de pessoal apadrinhando contratado na Prefeitura;
SEM concluir o recadastramento de servidores, ação que é praticada por administrações planejadas, nos primeiros dias de governo;
SEM agir com transparência no trato da coisa pública, com anúncios de licitações suspeitas (caso da consultoria em serviços de engenharia);
SEM merenda escolar de qualidade mínima;
SEM política de comunicação social, perdendo o diálogo com a população;
SEM evitar o NEPOTISMO (esposa de secretário e irmão de secretária nomeados para cargos de confiança);
SEM iniciativa para atender os anseios populares;
SEM planejamento para enfrentar as questões mais elementares da vida do Município;
SEM mudar a cara da cidade;
SEM vocação para liderar;
SEM aptidão para administrar;
SEM apresentar propostas de soluções de curto, médio e longo prazo para solucionar problemas comuns e elementares do Município;
SEM perspectivas de mudar realidades tão simples e antigas.


SEM VERGONHA DE ENGANAR: “quem manda não é o povo; é o chefe de gabinete”.